A canção ao nascer do dia,
chamava por dentro:
“Sopra o vento, Mãe!
Vendaval de axé!
O tempo que tange o movimento, Oyá.
Iansã, Epahey!”
Antes do sol cravar,
o lilás-alaranjado anuncia a chegada do anoitecer,
meu coração pede o doború de Obaluaê!
Atotô! Atotô!
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