Cartas com destinatários engavetados. Sim, transbordou e
não desembocou lá. Lá onde deseja chegar. Lá, que tão perto torna-se longe. Lá,
que aqui está. Abril, em um quarto de doze possibilidades, passa pela
porta aberta. As águas límpidas do imenso mar foi repouso na noite retrasada. De
olhos abertos, é pouso diariamente desejado. Um cavalo de cor branca
derramou um poquito de rum no braço direito e logo deu a entender que dera
passagem a Yemonjá. Desafio posto em um belo espanhol, como se ali fosse colocado em
cheque a sua veracidade. Tratando se do cavalo que o convidou ao desafio,
chegara em companhia da estradeira desconfiança. Na manhã seguinte, recebera o pedido previamente agendado: “Abra os olhos e permita-se enxergar as belezas
que Iemanjá preparou pra você!”
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