À margem do papel escrevo
com tinta preta sobre o papel branco.
À margem do rio, convoco Oxúm.
Peço que nas minhas profundezas
ela seja fonte do meu ser,
alimento do guerrear nosso de cada dia.
À margem o branco papel tenta nos empurrar,
mas tinta preta que redige é quem dá o tom do ser
e do caminhar!
Por mais umbigos pretos a nos centralizar
e cada vez mais sorrir!
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