Silêncio.
Esse poder misterioso.
Quando escolhido por quem o transmite é uma dádiva.
Quando imposto por outros é caixão!
O nome daquele moço,
parece ser silêncio.
Muitos o revelam como a mistura do suspeito e do mistério
e ainda especulam:
o silêncio desse moço é algo imposto ou misteriosa impressão?
No zum-zum-zum da feira,
o burburinho não dá em outro!
E todos perguntam:
Cadê a palavra daquele moço?!
Silenciado por muitos,
ou quiça por poucos.
Ninguém sabe d’onde vem
o silêncio daquele moço.
Mas, a léguas de distância,
a quem escute a sua voz.
Bem lá no fundo daquele poço.
Aquele poço seu moço,
onde zabumba um coração.
Onde poeira se alevanta,
no arrasta pé desse nosso mundão.
No tilintar de muitas andanças,
ecoam o zunido de uma velha paixão.
Ah seu moço!
Sandálias gastas nos dá o prazer de caminhar com os pés no chão!
Mas nas bandas de cá,
a saudade se apresenta com cheiro bom de inspiração.
2 comentários
Queria poder te ler mais.
ResponderExcluirquiçá agora consiga!
ResponderExcluir