Quisera eu enfiar o dedo na ferida sem machucar
e arrancar do teu peito cada tristeza
e arrancar do teu peito cada tristeza
que minha "palavra-dor" lhe
causou
Quisera eu tatuar em sua memória e em seu coração
as fotografias e sussuros de "palavra-amor"
que este ser um dia expressou
O amor fez-se talho e sangrou
e as ondas da memória machucou
o mar de adentro transbordou
jogou sal e não sarou!
Mas o olhar despertou
o mar de adentro transbordou
jogou sal e não sarou!
Mas o olhar despertou
Pois os olhos são as portas da alma
E estes sim, estes olhos renovou!
E nos caminhos do viver a Olorum lanço o meu agradecer!
Amor! O amor é dor?
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